terça-feira, 28 de novembro de 2017

DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, o então líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil. Zumbi foi morto em 1695, na referida data, por bandeirantes liderados por Domingos Jorge Velho. Maiores informações podem ser consultadas no texto História do Quilombo de Palmares.
A data de sua morte, descoberta por historiadores no início da década de 1970, motivou membros do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial, em um congresso realizado em 1978, no contexto da Ditadura Militar Brasileira, a elegerem a figura de Zumbi como um símbolo da luta e resistência dos negros escravizados no Brasil, bem como da luta por direitos que seus descendentes reivindicam. A luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil.”
http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-nacional-da-consciencia-negra.htm
 A verdadeira mistura de raças está aqui, estampada nesta foto. Somos lindas e universal, somos um só sangue, o vermelho que corre nas nossas veias.
Comemorações sobre o Dia da Consciência Negra também foi comemorado na escola Chapeuzinho Vermelho. Apresentação dos alunos com a dança do carmbó. Lindas! <3

Dia da Bandeira brasileira

 Bandeira confeccionada com cartela de ovos e garrafas pet pelo meus alunos da turma do 5 ano.
No dia 19 de novembro comemora-se o Dia da Bandeira do Brasil, essa comemoração passou a fazer parte da história do país após a Proclamação da República, no ano de 1889. Com o fim do período Imperial (1822-1889), a bandeira desenhada por Jean Baptiste Debret, que representava o império, foi substituída pelo desenho de Décio Vilares.
A substituição da bandeira imperial por uma bandeira republicana representa as mudanças que o Brasil passava naquele momento: mudanças na forma de governo e de governar, do regime imperial para uma república federativa. Além disso, a nova bandeira representava a simbologia que estava agregada ao republicanismo, como a ideia de um Estado-nação, o patriotismo e o surgimento do sentimento nacionalista, ou seja, a construção identitária do povo brasileiro, a identidade nacional.
             http://brasilescola.uol.com.br/datas-comemorativas/dia-da-bandeira.htm

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

ADVERSIDADES X ESCOLA

Em artigo publicado na última edição da revista Trabalho, educação e saúde da Fiocruz, o pesquisador Gideon Borges dos Santos, da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz), buscou refletir sobre as estratégias que professores constroem para enfrentar ou fugir das adversidades do cotidiano escolar, como a não aprendizagem, o comportamento indisciplinado dos alunos, a falta de material didático-pedagógico e o cansaço ou a indisposição para ministrar as aulas. Segundo o pesquisador, esses mecanismos operam de forma contraditória: servem, ao mesmo tempo, tanto para promover o ensino quanto para evitar o desgaste dos docentes.


Uma aula bem dinâmica com meus alunos do 5º ano com estrategias voltadas às novas tecnologias. Um novo  jeito de vencer as adversidades do cotidiano escolar. 

Para a pesquisa, Gideon observou um total de 40 profissionais, sendo eles professores, coordenadores e diretores, em uma escola municipal da cidade de Salvador, durante dois anos. O estudo foi dividido em três fases: análise de situações cotidianas no trabalho, como intervalo de aulas, reuniões pedagógicas, horários de almoço e eventos comemorativos; verificação de documentos que auxiliam a organização do trabalho pedagógico, por exemplo, regimentos escolares e decretos; e entrevistas com oito docentes. 
O pesquisador constatou que a falta de material pedagógico é um obstáculo sério à ação do professor. “Por conta dessa adversidade, é comum o professor permanecer ministrando aulas convencionais, como copiar no quadro e solicitar que o aluno faça a transcrição, ou propor atividades dinâmicas, lúdicas e criativas para os educandos interagirem entre si e obterem o máximo de aprendizagem”, comenta Gideon. No entanto, ele acrescenta que essas mesmas atividades podem ser utilizadas como preenchimento do tempo de aula. “Enquanto os alunos estão reunidos em grupo, em sala de aula, o professor aproveita esses momentos para ficar nos corredores da escola conversando com o colega ou para permanecer sentado em sua cadeira, vendo algum outro material”. 
Além disso, Gideon aponta que os docentes demonstram interesse por seus alunos ao conversar com os colegas para saber a situação dos educandos em relação a outras disciplinas e trocar informações sobre o comportamento e personalidade deles. Mas o pesquisador acrescenta que o artifício pode ser realizado em benefício próprio. “Essa necessidade de fazer comparações é uma alternativa para os professores não se sentirem culpados pelo baixo rendimento dos alunos, caso estes tenham desempenho e comportamento semelhantes em outras disciplinas”, esclarece. 
Gideon também destaca o alto número de licenças médicas. “Se somássemos a quantidade de dias de liberação, por motivo de saúde, que os professores da escola pesquisada tiveram, desde 1998 até 2003, teríamos um total de 1.212 dias. Se a proporção for correspondente, poderíamos dizer que, a cada grupo de 40 professores, pelo menos um poderia ser contratado por um ano letivo e pago com o que se gasta com a liberação de professores por meio desse recurso”, estima Gideon, acrescentando que há um outro lado na questão. “Apesar do número de licenças ser muito grande, também é comum, por exemplo, haver professores que, mesmo estando indispostos ou doentes, se encontram na escola desenvolvendo suas atividades. Isso se dá ou pelo sentimento de vergonha em faltar e ser considerado preguiçoso, indolente, irresponsável, ou, então, porque encontra no ato de ensinar um recurso de luta contra a doença”.    
No dia-a-dia, assim, o que estaria em jogo, de acordo com o pesquisador, é o que provoca maior ou menor desgaste ou bem-estar ao profissional, ainda que isso comprometa o desempenho do processo educativo. “Sai de cena a ideia de que o mais importante é o processo de educação e entra em cena o que oferece melhores possibilidades de equilíbrio biopsicoafetivo ao professor. Todo indivíduo opta pelo seu bem-estar”, afirma Gideon. “Se a escola não oferece as condições mínimas adequadas de educação, a luta será pela sobrevivência e pelo bem-estar. Cabe ao professor cumprir o prescrito ou, então, criar um modelo paralelo de gestão”, conclui.

 https://agencia.fiocruz.br/professores-criam-estrategias-para-enfrentar-as-adversidades-escolares

quinta-feira, 26 de outubro de 2017

INDISCIPLINA NA ESCOLA

    São vários os fatores que apontam para uma possível crise nas salas de aula das nossas escolas: professores estressados, alunos descrentes e desacreditados, ensino falido, violência física e psicológica, grande número de reprovação, evasão etc. Esses são fatores interligados entre si, ou seja, o aumento de um ocasiona o aumento do outro. Da mesma forma, ao conseguirmos a redução deste, estaremos também reduzindo aquele.
    Segundo um dos grandes estudiosos brasileiros da indisciplina, o professor Celso dos Santos Vasconcellos, "Indisciplina é a negação da disciplina. É a incapacidade de mediar os conflitos dialéticos entre adequação e transformação".
    A instituição família tem um papel primordial na vida educacional dos discentes. É dela que, primeiramente, parte a Educação. E é pelo fracasso dela que há uma sobrecarga para a escola, especialmente para os professores. No momento em que isso acontece, uma transferência de responsabilidades é emitida à escola, que m“... Muitas das vezes, a família não Educa, não dá referências básicas e transfere para a escola esta tarefa...”. (Vasconcellos, 2013)Muitas das vezes não consegue resultados satisfatórios e reencaminha o problema para a família. Um verdadeiro jogo de empurra-empurra sem vencedores.
    Sempre que possível, a escola deverá  promover palestras com especialistas, que debaterão o assunto com a propriedade de quem entende mais profundamente do assunto. Outro fator importante é a promoção da formação continuada dos professores, onde eles poderão adquirir conhecimentos seguros para liderarem os conflitos adequadamente e contribuírem para a elevação da pacificidade dentro e fora da sala de aula. Prioridade também é possibilitar, sempre, o diálogo entre todos os envolvidos com a educação.
    Boa parte dos alunos da atualidade perdeu o foco dos estudos e mira um norte divergente daquele apontado pela educação. O momento é de reflexão, é de pensar que a vida parece ser muito longa, mas quando menos esperamos já  estaremos na velhice sem ao menos perceber que o tempo passou tão depressa. É preciso conscientizar-se das responsabilidades que a vida nos traz.
                       
https://www.infoescola.com/pedagogia/indisciplina-na-escola/

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

EDUCAÇÃO EM AÇÃO

      Pensar o ambiente escolar como o único espaço de aprendizado e de cultura, é tornar a concepção de educação limitada sobre o verdadeiro papel da escola, sobretudo do educador. A escola não deve ser apenas o lugar da concepção de ensino sistematizado de transmissão de conhecimento e conteúdo escolares, mas ser o espaço do diálogo, o recinto dos saberes plurais, da construção do conhecimento e das diversidades culturais.